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SOBRE O COLÉGIOMADALENA SOFIA

O Colégio Santa Madalena Sofia foi fundado em 03 de fevereiro de 1966, fruto do desejo de ex-alunos do Colégio Santa Sofia de Garanhuns - PE em ter em nossa cidade uma Escola com a mesma filosofia e características daquela Instituição pernambucana.

Está situado à av. Tomás Espíndola, nº 402, no bairro do Farol, na cidade de Maceió, estado de Alagoas, no Brasil e sua homepage é www.msofia.com Sua Diretora atual é a Irmã Sandra Maria Alencar Bezerra, ex-aluna da casa.

O Colégio Santa Madalena Sofia é uma escola democrática, politizada, comprometida com a comunidade local. Forma pessoas novas, participativas, cidadãs. É uma instituição organizada, moderna, com ambientes aprazíveis e instalações funcionais, adequados à realização de atividades pedagógicas diversificadas.

O Madalena Sofia completará, em 2016, 50 anos de presença em Maceió. Realmente, um presente para a Cidade Sorriso. Conta hoje com 1.600 alunos matriculados na Educação Infantil e no Ensino Médio, num claro histórico de serviços prestados à sociedade alagoana. Além da excelência pedagógica, oferece gratuitamente o ensino de educação regular a 230 (duzentos e trinta) jovens e adultos - comprovadamente carentes – em situação de matrícula fora da faixa etária escolar especificada. Investe, sobretudo, no processo evangelizador sério, criativo e coerente, favorecendo à comunidade educativa condições para uma experiência de Deus, pessoal e coletiva, através dos Encontros de Evangelização, vivencias e celebrações, retiros e grupos de jovens, grupos de aprofundamento da fé para as famílias, missões jovens no meio popular, catequese de 1ª Eucaristia, Crisma, Grupos de perseverança, etc.

Estendendo seu campo de atuação, o Colégio Santa Madalena Sofia desenvolve, ainda, um trabalho de apoio a entidades assistenciais alagoanas, como a Casa dos Pobres, Casa Dom Bosco, Projeto Thalita, Associação dos Hemofílicos e Associação dos Pais e Amigos dos Leucêmicos em Alagoas - APALA, entre outras, através de projetos humanitários voltados para a solidariedade.

Só mesmo a insistência em construir homens e mulheres credenciados para a vida -- tanto profissional como particular -- faz desta escola um ambiente ímpar, singular. Seus olhos voltados para a Face do Cristo Educador firmam uma base consistente na estrutura das relações sociais, já que os ensinamentos do Mestre permeiam todos os cantos, rostos, vidas e ações daqueles que a compõem. É devoção em seu sentido mais amplo, sem restrições aos diversos credos professados por muitos de seus colaboradores (inclusive por aqueles que atuam em postos estratégicos da empresa). Não há imposição da filosofia adotada pelas irmãs, mas o exemplo de como elas podem cativar ovelhas de outros bosques. É a evangelização sem autoritarismo, que respeita a individualidade e quer o abraço e o reconhecimento de todos os seus colaboradores, alunos e famílias.

Madre Agathe persistiu por seis anos no ideal de tornar-se religiosa, enfrentando inclusive a oposição aberta de sua família. O chamado de Deus, no entanto, foi mais forte. Em 18 de julho de 1815, aos 29 anos, deixou secretamente a família e ingressou na vida religiosa. Mas suas dificuldades continuaram e, dentre elas, destaca-se o fechamento, em 7 de julho de 1822, da instituição na qual ingressara. Cerca de oito meses após o fechamento, pelo rei Guilherme I da Holanda, já em 1823, Madre Agathe funda uma nova Instituição e dá continuidade ao de que hoje fazemos parte: Instituto das Damas da Instrução Cristã.

A Congregação

Me. Agathe Verhelle: Fundadora do Instituto Damas da Instrução Cristã A jovem fundadora foi por Jesus chamada e sem protestar atendeu: “Eis-me aqui Senhor, estou pronta”. Filha do Sr.Francisco Verhelle e da Sr. Carlota Maria de Van Bussche, ela viveu numa Bélgica dominada pela França e pela Holanda protestante. As instituições católicas belgas estavam desmoronadas. Pelo esforço pessoal (foi autodidata) e pela influência cristã de sua família, teve ainda cedo despertada a sua vocação de educadora, motivo que a levaria a fundar o Instituto das Damas da Instrução Cristã.

Chegada ao Brasil Disposta a continuar o seu trabalho de educação da juventude, Madre Agathe funda, na Europa, as casas de Vracene (1827), Audenarde (1828), Bruges (1829), Renaix (1832), Anvers (1834), Gand (1838) e Liege (1838) e, após a sua morte, em 1858, o Instituto, já consolidado, expande-se pelos continentes Sul-Americano e Africano, revelando a face do Cristo educador à juventude.

Seguindo o ideal de Madre Agathe, o grupo formado por oito religiosas e uma leiga enfrentou três meses de viagem para instalar-se no Brasil. Em 15 de outubro de 1896, orientadas por Madre Loyola, as primeiras representantes da Congregação Damas chegaram ao porto do Recife. Foram elas as Irmãs Marie Alphonse Cloes, Marie Elisabeth Dobbelaere, Barbe Duchaine, Gabrielle de Vreese, Sylvie Goethls.

Estabeleceram-se em Olinda, no Convento de São Francisco - primeira casa da Congregação no Brasil - onde já ofereciam aulas de música ao internato. Em apenas cinco anos de instalação no País, adquiriram definitivamente um prédio no Recife, em Ponte D'Uchoa. Em 1921, compraram a Casa do Barão de Casa Forte, que, juntando-se ao primeiro terreno, forma a atual área do Colégio.

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